Alginac - Diclofenaco Sódico - Bula

Alginac

Diclofenaco Sódico

Antiinflamatórios



Alginac

Indicação

Para quê serve Alginac?

Lombalgias, cervicalgias, braquialgias, radiculite, neuropatias periféricas de etiopatogenia diversa, neuralgias faciais, neuralgia do trigêmeo, neuralgia intercostal, neuralgia herpética, neuropatia alcoólica, neuropatia diabética, síndrome do conduto do carpo, fibromialgia, espondilite.

Uso adulto - Uso oral e injetável

Farmacocinética

Como funciona este medicamento?

Alginac 1.000 e Alginac 5.000 é uma combinação do anti-inflamatório diclofenaco sódico com as vitaminas B1, B6 e B12, possuindo ação analgésica, antineurítica e anti-inflamatória.

A ação do Alginac 1.000 inicia em cerca de 30 minutos após a administração e atinge seu pico máximo de ação dentro de 1 a 2 horas.

O Alginac 5.000 injetável começa a atuar vinte minutos após a aplicação de 75 miligramas e tem seu pico de ação máxima de 1 a 2 horas. A ação do medicamento é diretamente proporcionais à sua dose.

Posologia

Como usar Alginac?

Alginac 1.000: dois a três comprimidos ao dia, preferencialmente após as refeições.

Os comprimidos de Alginac 1.000 devem ser ingeridos sem mastigar, com um pouco de líquido.

Alginac 5.000: uma injeção por dia. As formas injetáveis de Alginac não devem ser usadas por mais de dois dias. Quando for necessário o uso por período mais prolongado, deve-se continuar o tratamento com as formas orais do produto.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, falta de apetite, vertigens, dores de cabeça, cansaço, insônia, alterações do paladar, reações cutâneas ou quaisquer outras que venham a ocorrer.

Contraindicações

Quando NÃO devo usar este medicamento?

Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula, porfiria aguda, policitemia vera, doença hereditária de Leber, úlceras pépticas, gastrites e duodenites, discrasias sanguíneas, estados hemorrágicos, lesões hepáticas e em pacientes cujas crises de asma brônquica, urticária ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo uso de salicilatos e outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas.

Alginac 1.000 e Alginac 5.000 não pode ser administrado a pacientes parkinsonianos em uso de levodopa isolada.

Não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

Advertências e precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

É recomendável controlar periodicamente o hemograma e as funções renal e hepática.

Antes da administração do produto, deve ser avaliado o estado do sistema digestivo, do fígado e dos rins.

Alginac 1.000 e Alginac 5.000 na gravidez: não pode ser utilizado durante a gravidez e a lactação.

Como as prostaglandinas têm grande importância na manutenção do fluxo sanguíneo renal, o produto deve ser empregado com cautela em nefropatas, cardiopatas, pacientes em uso de diuréticos e após grandes cirurgias.

Os pacientes que apresentarem tonturas ou outros distúrbios do sistema nervoso central devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas.

É recomendável cautela quando da prescrição a idosos, em especial, aqueles que tenham função renal prejudicada e em uso de diuréticos e beta-bloqueadores.

Os pacientes idosos são mais sensíveis à ocorrência de efeitos colaterais com anti-inflamatórios não-hormonais (em especial, redução do volume urinário e irritação da mucosa gastrintestinal). Devem, portanto, utilizar a menor posologia capaz de produzir os efeitos terapêuticos desejados, pelo menor tempo possível.

Interaçôes medicamentosas Os comprimidos devem ser ingeridos preferencialmente após as refeições.

A ação da solução injetável não é afetada pela ingestão de alimentos.

Existem relatos de que a tiamina pode aumentar o efeito de bloqueadores neuromusculares, desconhecendo-se seu significado clínico.

A piridoxina reforça a descarboxilação periférica da levodopa e reduz sua eficácia no tratamento da doença de Parkinson.

A administração concomitante de carbidopa com levodopa previne este efeito.

Cloridrato de piridoxina não pode ser administrado em doses superiores a 5 miligramas por dia em pacientes sob tratamento com levodopa unicamente.

A administração de 200 miligramas ao dia de cloridrato de piridoxina durante um mês produz diminuição das concentrações séricas de fenobarbital e de fenitoína em até 50%.

A ciclosserina e a hidralazina são antagonistas da vitamina B6 e a administração da piridoxina reduz os efeitos secundários neuronais decorrentes do uso destes fármacos.

A utilização prolongada de penicilamina pode causar deficiência de vitamina B6.

A piridoxina pode diminuir as concentrações plasmáticas da ciclosporina, quando administradas simultaneamente.

A absorção da vitamina B12 no sistema gastrointestinal pode ser reduzida pela administração de aminoglicosídeos, colchicina, potássio em formulação de liberação prolongada, ácido aminossalicílico e seus sais, anticonvulsivantes (fenitoína, fenobarbital, primidona), irritação com cobalto no intestino delgado e pela ingestão excessiva de álcool por mais de duas semanas.

A administração concomitante de neomicina e colchicina incrementa a má absorção de vitamina B12.

O ácido ascórbico pode destruir quantidades importantes da vitamina B12 e do fator intrínseco in vitro; assim, esta possibilidade deverá ser levada em consideração quando da administração concomitante de doses altas de ácido ascórbico e de vitamina B12 por via oral.

Existem relatos de que a prednisona intensificou a absorção de vitamina B12 e a secreção do fator intrínseco em pacientes com anemia perniciosa, porém não em pacientes com gastrectomia parcial ou total, desconhecendo-se o significado clínico destas observações.

A administração concomitante de cloranfenicol e de vitamina B12 pode antagonizar a resposta hematopoiética à vitamina.

A administração simultânea de diclofenaco com preparações à base de lítio, digoxina ou diuréticos poupadores de potássio pode elevar as concentrações plasmáticas destes fármacos.

A utilização concomitante com outros anti-inflamatórios não-esteroidais pode aumentar o risco de reações adversas.

Recomenda-se acompanhamento rigoroso de pacientes sob tratamento com anticoagulantes.

O emprego de anti-inflamatórios não-esterioidais deve ser suspenso 24 horas antes de iniciar-se tratamento com metotrexato, para evitar a elevação da concentração plasmática do citostático e de seus efeitos tóxicos.

Superdosagem

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Não existem relatos de superdose com tiamina ou com vitamina B12.

A neuropatia sensorial e as outras síndromes neuropáticas sensoriais produzidas pela administração de megadoses de piridoxina melhoram gradativamente com a descontinuação da vitamina, obtendo-se recuperação completa após algum tempo.

São raros os relatos de superdose de anti- inflamatórios não-hormonais. Isso decorre de serem essas substâncias de fácil excreção pelos rins. Os comprimidos podem provocar vômitos, quando em doses elevadas.

Considerando a curta duração da meia-vida do diclofenaco, pode-se esperar grande margem de segurança.

O tratamento da superdose e da intoxicação aguda consiste, essencialmente, em medidas de suporte e tratamento sintomático se surgirem complicações (hipotensão, depressão respiratória, insuficiência renal, convulsões, irritação).

Em caso de ingestão de número excessivo de comprimidos, o tratamento compreende também lavagem gástrica e uso de carvão ativado.

Composição

Cada comprimido revestido contém:

vitamina B12 (cianocobalamina): 1.000 mcg vitamina B6 (cloridrato de piridoxina): 50 miligramas vitamina B1 (nitrato de tiamina): 50 miligramas diclofenaco sódico: 50 miligramas Excipientes: talco, estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, carmelose sódica, dióxido de silício coloidal, Eudragit RL 30D, macrogol, dióxido de titânio, simeticona, trietilcitrato, metilparabeno, propilparabeno, povidona, corante vermelho FDC nº 6.

Cada ampola I (2 ml) contém:

cloridrato de piridoxina: 100 miligramas cloridrato de tiamina: 100 miligramas Excipientes: cloridrato de lidocaína, álcool benzílico, propilenoglicol, hidróxido de sódio, água para injeção.

Cada ampola II (1 ml) contém:

cianocobalamina: 5.000 mcg diclofenaco sódico: 75 miligramas Excipientes: álcool benzílico, propilenoglicol, ácido clorídrico, água para injeção.

Apresentação:

Comprimidos revestidos - Embalagens contendo 15 e 30 comprimidos revestidos.

Solução injetável - Embalagem contendo três ampolas I (2 ml) e três ampolas II (1 ml).

Armazenamento

Onde, como, e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).

Proteger da luz e umidade.

Laboratório

Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.

Dizeres Legais M.S. 1.0089.0271 Farm. Resp.: Marcos A. Silveira Jr - CRF-RJ nº 6403


Antiinflamatórios
Bulas
Principal
google