Sobrecargas muito altas promov

em uma limitação da amplitude de extensão do cotovelo e diminuem a eficiência do exercício e o estímulo para o tríceps. O movimento deve ser conduzido para evitar a inércia tanto no final da extensão quanto no, final da flexão. Tríceps Testa Fig. 8.6 a Fig.8.6 b Análise Biomecânica do Exercício O maior braço de momento da resistência acontece no ângulo em que o antebraço está paralelo ao chão. O componente translatório da contração do tríceps braquial é de compressão, em toda a extensão do cotovelo. No começo do exercício, a sobrecarga deve ficar um pouco fora da linha da articulação do cotovelo (Fig. 8.6 a). Isto faz com que, mesmo depois da completa extensão do cotovelo, ainda haja um braço de momento. Havendo, portanto, torque da resistência, o tríceps não consegue relaxar no final da extensão e isto melhora a eficiência do exercício. Deve haver uma maior flexão do ombro, para que a resistência não fique em cima do cotovelo no final da extensão. Isto melhora a relação força comprimento para o tríceps, que começa a extensão do cotovelo numa posição um pouco mais alonga da que seu comprimento de repouso. A posição de flexão do quadril é importante para prevenir uma insuficiência passiva do músculo reto-femural (que causa hiperextensão da coluna